Ocorrência no Brasil
Na Lista de Aves do Brasil do CBRO, a espécie aparece como endêmica do Brasil e residente ou migratória reprodutiva.
Observação taxonômica
Acreditava-se que as populações de D. certhia do interflúvio Xingu-Tocantins representassem uma zona híbrida, mas Batista et al. (2013) mostraram a partir de dados morfológicos e genéticos que elas na verdade constituem uma espécie críptica e até então não descrita, a qual foi nomeada D. retentus.