Ocorrência no Brasil
Na Lista de Aves do Brasil do CBRO, a espécie aparece como residente ou migratória reprodutiva.
Observação taxonômica
Bolivar-Leguizamon & Silveira (2015) mostraram que a extensiva variação de plumagem entre as subespécies tradicionalmente reconhecidas é clinal e relacionada a fatores ecoclimáticos, levando à sinonimização de todas elas. A divergência genética, ao menos entre bahiae e praedatus, é baixa (Marantz et al. 2003, Arbelaéz-Cortés et al. 2012).