Ocorrência no Brasil
Na Lista de Aves do Brasil do CBRO, a espécie aparece como vagante.
Observação taxonômica
O primeiro espécime brasileiro inequivocamente atribuível a este táxon, obtido em Santa Vitória do Palmar, RS, foi referido por Bugoni (2006). HBW considera P. m. macroptera (que nidifica de Tristão da Cunha às Kerguelen e ilhas a sudoeste da Austrália) especificamente distinta de P. m. gouldi (nidificante na Nova Zelândia), justificando o tratamento do táxon como monitípico (ver também Wood et al. 2017).