Ocorrência no Brasil
Na Lista de Aves do Brasil do CBRO, a espécie aparece como residente ou migratória reprodutiva.
Observação taxonômica
O padrão biogeográfico e a aparente ocorrência de híbridos nos altos rios Negro e Teles Pires sugerem que as populações amazônicas sejam mais apropriadamente alocadas em P.superciliosus, com P. malaris restando monotípico (Piacentini 2011). Os resultados de Bocalini et al. (2021) confirmam a independência de P. malaris nominotípico em relação às formas amazônicas do complexo superciliosus.