Ocorrência no Brasil
Na Lista de Aves do Brasil do CBRO, a espécie aparece como residente ou migratória reprodutiva.
Observação taxonômica
Dois estudos recentes propõem arranjos taxonômicos contraditórios para as formas tradicionalmente agrupadas sob Forpus xanthopterygius. Utilizando dados genéticos, Smith et al. (2013) apresentam evidências de que F. x. crassirostris deva ser tratado como espécie plena, enquanto Bocalini & Silveira (2015) argumentam que este táxon não é diagnosticável morfologicamente. Estes últimos autores também recomendam a sinonimização de todas as demais formas tradicionalmente reconhecidas em F. xanthopterygius, que seria monotípico. O arranjo taxonômico tradicional (e.g., BOW) é mantido aqui, à espera de novos estudos que esclareçam de forma mais definitiva o status das diversas formas.
